Cada país desenvolve a sua própria Agenda 21.

Com ela, tornou-se possível repensar o planejamento e abriu-se o caminho para ajudar a construir politicamente um programa de ação e de planejamento participativo global e local, com atividades graduais, visando um novo modelo de economia e civilização.

A Agenda 21 foi acompanhada ao longo dos anos, permitindo ajustes e revisões. Primeiro, com a Conferência Rio+5, de junho de 1997, nasede da ONU, em Nova Iorque.

Posteriormente, com a adoção de uma agenda complementar denominada "Metas do Desenvolvimento do Milênio" (Millenium Development Goals), deu-se ênfase às políticas de globalização e erradicação da pobreza e da fome, adotadas por 199 países na 55ª Assembleia da ONU (Nova Iorque, setembro de 2000).